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AIDS Felina

anniedaisybaby,

Foto de http://www.flickr.com/photos/anniedaisybaby

Hoje é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, onde o mundo todo manifesta-se para promover a conscientização de prevenção a doença,  e  também luta  contra o preconceito aos portadores do HIV. Acho que essa data não se extende ao HIV felino, o FIV (Feline Immunodeficiency Virus), mas já que meu blog é sobre gatos, vou aproveitar o gancho e comentar um pouquinho sobre a AIDS Felina.

Assim como em nós humanos, o vírus do HIV Felino atinge o sistema imunológico e não tem cura, apenas tratamentos com remédios e antibióticos que podem prolongar a vida do gato infectado. O HIV Felino não é transmitido aos humanos e à outros animais.

O vírus do HIV Felino é transmitido pela saliva. Ainda não é provado que o HIV Felino também seja transmitido através da relação sexual entre gatos, apesar do vírus estar presente no sêmen de gatos machos infectados. Então, a contaminação pode ocorrer quando o macho morde a pele do pescoço da fêmea durante a cópula, em brigas com outros gatos, disputa territorial, disputa por fêmeas ou até mesmo quando um gato infectado lambe algum ferimento de um gato saudável.

Gatos infectados com o FIV podem demorar anos para apresentar os sintomas, pois a ação do vírus é lenta e progressiva no organismo.  Mas com o passar do tempo, o vírus vai agindo e acabando com as células de defesa do organismo do gato, levando o animal a perder sua resistência imunológica, e tornando-o suscetível à contrair doenças oportunistas que podem matá-lo.

Os sintomas do HIV Felino são bastante variados, desde febre, diarréia, apatia, inapetência e anemia, até presença de infeções urinárias e gripes. O diagnóstico do FIV é feito através de exame de sangue.

A prevenção para um gato não correr o risco de contrair o vírus, é evitar que o gato saia  para a rua, pois ele pode se envolver em brigas com outros gatos infectados, e acabar contraindo o vírus. É fundamental também evitar que gatas no cio saiam de casa e acasalem com gatos desconhecidos, pois se acasalarem com um macho infectado, além de contaminar-se, é possível que a gata contamine os filhotes, tanto durante a gestação, quando na amamentação. A castração, tando de machos quanto de fêmes, também é um meio de prevenção à doença.

E, se o seu gato apresenta a doença, lembre-se que há tratamento, e que como qualquer outro gato, ele merece muito amor e carinho!

 
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