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Raça da Semana – Maine Coon

Maine Coon é a raça conhecida mundialmente como “O Gato Gigante”, é de origem estadunidense, e é a raça de gato nativo mais antiga dos Estados Unidos. Foi no estado de Maine (nordeste dos EUA), que foi reconhecido como raça oficial, e por ter pelagem longa é capaz de enfrentar frios rigorosos, e é conhecido ainda como exímio caçador.

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Histórico

Na Região Nordeste dos Estados Unidos, entre os séculos XVII e XVI, foram levados gatos domésticos pelos europeus, que se depararam com frio rigorosíssimo, e somente os gatos mais fortes e resistentes se adaptaram ao clima. Por isso o Maine Coon é uma raça forte, grande e de longa pelagem, pois assim possibilita a sobrevivência num ambiente tão frio e rigoroso como o da região nordeste dos Estados Unidos.

Também existem algumas lendas sobre a origem do Maine Coon, como a possível cruza de um gato doméstico cruzou com um guaxinim (veja só!), e resultou na raça Maine Coon. Também há uma história sobre o batismo do nome da raça, é que o nome seria uma homenagem à um Capitão de navio chamado Coon que teria chegado ao litoral do estado de Maine.

Acredita-se que o Maine Coon seja a cruza de gatos nativos da região com os gatos angorás trazidos da Europa pelos colonizadores.

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Tika dos Olhos cor de Mel

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Tika e seus lindos olhos cor de mel.

No mesmo ano que juntei o gato Tiko do lixo, no segundo semestre adotei uma princesa. A minha princesa de cauda longa e olhos cor de Mel, a Tika.

Eu estudava à tarde e fazia cursinho à noite na época, minha cabeça bombava de tanto estudar, mal tinha tempo de passar um tempinho com meus três gatos (Teka, Mimi e Tiko). Meu pai sempre me buscava depois das 23h no cursinho, eu chegava morta de cansada em casa, querendo minha cama e nada mais.

Minha casa era em um bairro de classe média, um dos bairros que eu julgo um dos mais bonitos de Pato Branco (PR), pois cada esquina tem um pequeno bosque, e entre um quarteirão e outro, há uma quadra inteira com bosques cheios de árvores, balanços e campos de futebol. A minha casa era de esquina, e na frente dela havia um bosque enorme, cheio de ipês, eucalípitos, amoreiras e abacateiros, e abaixo da minha casa, antes da rua que fazia esquina com a minha rua, também havia um bosque com pessegueiros, pitangueiras e outras árvores. Atravessando a rua deste bosque, havia um outro bosque, que acompanhava a rua inteira, inteligando todas as ruas perpendiculares à ela.

Quando meu pai me buscava do cursinho, ele vinha por esta rua de baixo da minha casa, e virava a esquina da nossa rua e estacionava na garagem. Devido à grande quantidade de àrvores, era amedrontador mergulhar os olhos para dentro dos bosques. Era tudo muito escuro, e a luz dos postes não alcançava muitos metros adentro dos árvores.

Certa noite, na minha jornada pós-cursinho, vi de relance num bosque dois pequenos pontos brilhantes, que refletiram a luz dos faróis do carro. Imaginei que fosse algum bichinho qualquer, há gambás, preás e outros pequenos mamíferos nesses bosques dos quais falei. Quando desembarquei do carro, ouvi um miado de longe. Aí o faro da “maria-junta-gato” entrou em ação. Falei pro meu pai: “Pai, você tá ouvindo um miado de filhotinho?”, ele respondeu que não, que devia ser um dos nossos gatos, pois eles sempre miavam na porta quando nós chegávamos em casa. Mas o que eu tinha ouvido era um miado diferente dos miados de nossos três gatos, que eram adultos. O que ouvi foi um filhotinho chamando sua mãe.

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